BLOGUE PARA PESSOAS QUE TÊM BOM GOSTO E PREFEREM LER ASSUNTOS A PARTIR DE UM PONTO DE VISTA DIFERENTE. "QUEM AQUI ENTRA DÁ-ME UMA HONRA, QUEM NÃO - UM PRAZER." Op. cit. NIETZSCHE em "A Gaia Ciência", aforismo: 22.
Apesar da grande quantidade de dados divulgados sobre o Enem, ainda circulam muitos mitos sobre o exame. A pior consequência disso é que os estudantes acabam se prejudicando por acreditar em informações enganosas que podem, inclusive, levar à invalidação da prova. Para evitar que todo o seu esforço seja desperdiçado, a Universia Brasil esclareceu algumas das maiores armadilhas nas quais os estudantes acreditam. Confira:
1. Comer chocolate antes e durante a prova melhora o desempenho
O chocolate fornece energia imediata para quem o consome, porém, essa “força extra” tem curta duração. Outro efeito colateral é que o alimento, por conter alto teor de açúcar, pode se tornar um pouco indigesto, deixando o candidato desconfortável ao longo do exame. É importante lembrar que os chocolates não substituem o valor de uma refeição mais nutritiva, que deve ser feita antes do exame.
2. Bebidas alcóolicas ajudam a controlar a ansiedade
De todos os mitos, esse é o mais perigoso. Ingerir álcool antes da prova vai provocar sintomas como euforia e, posteriormente, sono. De qualquer maneira, o álcool atrapalha o raciocínio e impede a concentração, prejudicando seriamente o desempenho do estudante.
3. Existe tolerância para chegar ao local de prova
Os administradores dos locais de prova são instruídos a cumprir rigorosamente as instruções do MEC e fechar os portões às 13h, sem qualquer atraso. Por mais legítimo que seja o motivo de o aluno não ter chegado pontualmente, não será aberta qualquer exceção.
4. Administrar o tempo é a coisa mais importante para ir bem
Não necessariamente. O ENEM é uma prova longa e cansativa e o candidato pode se atrapalhar com o tempo e deixar de fazer questões importantes, logo, gerenciar o horário é vital. Contudo, não adianta saber se programar sem ter domínio do conteúdo. O sucesso no ENEM é garantido com a união do conhecimento, da administração do tempo e do controle da ansiedade.
5. Chutar é pior que não responder
O ideal é pelo menos tentar resolver a questão, mas se o aluno estiver desesperado, chutar pode ser a melhor opção, afinal, sempre há chances de acertar. Porém, até mesmo para arriscar uma alternativa é preciso bom senso. Eliminar as que estão claramente incorretas e tentar decidir entre apenas duas aumenta para 50% a chance de acerto.
6. O uso de lápis na prova é permitido
Ao contrário! Lápis, borracha e apontador são PROIBIDOS. O estudante deve fazer toda a prova com caneta preta de material transparente, segundo as regras do Edital do ENEM. Para os alunos que se sentirem inseguros na hora da redação, é melhor fazer um rascunho antes de passá-la a limpo.
7. Esquecer o título invalida a redação
O título é, na verdade, um elemento opcional da sua redação. Naturalmente, é melhor colocá-lo para deixar o texto completo, mas a falta dele não desconta pontos na hora da correção.
8. Não é permitido sair da sala antes de terminar a prova
Os candidatos têm todo o direito de sair da sala para ir ao banheiro, mas não devem abusar. Os fiscais de prova costumam organizar a saída de maneira a deixar apenas um estudante fora da sala por vez, o que pode gerar uma espécie de fila. É melhor não esperar até o último momento para ir banheiro.
9. Devo preencher o gabarito com um X
O gabarito nada mais é que um cartão ótico. Sendo assim, o padrão de preenchimento é determinado pelas condições das máquinas de leitura. Para que suas respostas sejam corretamente computadas, é preciso preencher todo o espaço da questão com caneta esferográfica preta, a única cor reconhecida pelo leitor ótico.
10. Posso sair do local de prova quando quiser
Existe um tempo mínimo de permanência na sala de prova, que é de duas horas após o início do exame. Essa medida é determinada pelo MEC para evitar fraudes e vazamentos da prova. Raramente os estudantes deixam o local antes disso, já que o teste é extenso e é preciso aproveitar cada segundo disponível.
11. Quem não fez a prova do sábado não pode fazer a do domingo
A ausência no primeiro dia não impede que o candidato preste o exame no segundo. O que acontece é que ele não será avaliado no primeiro dia, prejudicando muito o resultado final.
Prefeitura de Caracol, no Piauí, promove concurso para 238 vagas em vários cargos e salários de até R$ 7.835,00. Inscrições vão até o dia 02 de novembro de 2014.
Têm inicio amanhã, dia 03 de outubro, as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Caracol, estado do Piauí. São 238 vagas abertas, sendo 157 para preenchimento imediato e 81 para formação de cadastro reserva em várias funções de todos os níveis de escolaridade.
Os salários variam entre R$ 724,00 e R$ 7.835,00 por jornada de trabalho de 20h, 24h, 30h ou 40h semanais.Veja as vagas ofertadas:
Cargos
Nível fundamental completo - Agente Comunitário de Saúde, Agente de Endemias, Almoxarife, Auxiliar de Serviços Grais, Eletricista, Mecânico de Máquinas Pesadas, Monitor de Condução Escolar, Motorista "B", Motorista "D", Operador de Máquinas Pesadas e Vigia.
Nível médico - Atendente/ Recepcionista, Auxiliar Administrativo, Digitador, Entrevistador, Fiscal de Obras, Fiscal de Tributos e Monitor do PETI.
Nível técnico - Auxiliar de Consultório Odontológico, Técnico em Eletrônica, Técnico em Enfermagem, Técnico em Prótese Dentária e Técnico em Radiologia.
Nível superior - Assistente Social, Enfermeiro, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico PSF, Nutricionista, Odontólogo, Professor, Psicólogo, Psicopedagogo, Tecnólogo em Radiologia e Procurador. O edital para mais detalhes de cada função pode ser consultado em anexo.
Inscrição
A inscrição no concurso será efetuada apenas via internet, através do site www.ivin.com.br no período de 3 de outubro a 2 de novembro de 2014. A taxa de inscrição será de R$ 35,00, para os cargos de nível fundamental, R$ 45,00 para nível médio e de R$ 70,00 para nível superior.
O concurso público terá provas objetivas, aplicadas a todos os cargos, mais prova de títulos para os cargos de nível superior. As provas serão realizadas no dia 23 de novembro, em locais que serão divulgados a partir do dia 17 de novembro de 2014.
Os gabaritos provisórios serão informados no dia 23 de novembro e os gabaritos definitivos saem dia 01 de dezembro.
O concurso terá validade de dois anos, contados da data da homologação de seu resultado, prorrogável por até dois anos, através de ato do chefe do poder executivo municipal.
Romualdo Pereira de Rezende, o chefe da unidade estadual do Rio de Janeiro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmou na última quarta, dia 1º de outubro, que o pedido de concurso encaminhado ao Ministério do Planejamento foi mesmo para 1.564 vagas, sendo 1.044 para técnico (nível médio) e 520 para analista e tecnologista (superior). Ele também mostrou-se otimista quanto ao sinal verde para a abertura da seleção. “Contudo, estamos bastante otimistas que o Planejamento dará autorização para sua realização. O quadro de servidores está envelhecido, tem um alto percentual de pessoas com idade para se aposentar”, disse Romualdo Rezende. Segundo ele, o concurso será de âmbito nacional, mas acredita que o Rio de Janeiro receberá uma grande parcela das vagas. “Na próxima seleção, esperamos um grande número de vagas para lotação no estado, tanto para o cargo de técnico quanto para analista e tecnologista.”
As remunerações iniciais são de R$3.323,91 para técnico e de R$7.039,83 para analista e tecnologista (podendo aumentar para R$7.414,04, R$7.788,25 ou R$8.691,63, caso o profissional tenha aperfeiçoamento, título de mestrado ou de doutorado, respectivamente). Todos os valores já incluem o auxílio-alimentação de R$373. Os selecionados serão contratados pelo regime estatutário, que garante estabilidade no emprego. Após receber a autorização do concurso, por parte do Planejamento, o IBGE iniciará o processo de escolha da organizadora e da elaboração da minuta do edital. No entanto, a rotina de estudos deve ser iniciada o quanto antes, segundo o professor da disciplina de Raciocínio Lógico do curso Ordem Mais, Fabrício Biazotto. Com o intuito de auxiliar no preparo dos que almejam o cargo de técnico – disputado por 132.278 candidatos no concurso anterior -, o especialista deu dicas de preparação para os futuros participantes.
“A preparação na área de Matemática, que inclui Raciocínio Lógico, é um processo contínuo que requer muita perseverança, pois quanto maior for o número de exercícios resolvidos, maior será a chance de encontrar questões semelhantes no futuro. Quanto mais cedo o candidato iniciar a preparação, melhor será o processo de aprendizagem e assimilação do conteúdo”, disse o professor, que avaliou positivamente a prova anterior, por ter abordado todo o conteúdo programático de forma contextualizada e prática. Fabrício Biazotto acredita que, caso o IBGE mantenha a Cesgranrio como organizadora do próximo concurso, não haverá mudanças no programa da disciplina. “O programa possui as áreas básicas da Matemática, como Álgebra, Aritmética, Geometria e Raciocínio Lógico, além das ferramentas essenciais para o exercício das funções no IBGE, mas senti falta de questões de porcentagem e o uso de tabela-verdade, mesclando conectivos”, completou.
Além das questões do exame de técnico em informações geográficas e estatísticas de 2013, o professor recomenda como fonte de estudo as provas dos concursos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Tribunal Regional Federal (TRF) e de agente da Polícia Federal. “Os candidatos devem dar atenção especial a esta disciplina, pois é a mais importante. Leia com muita atenção as perguntas. A chave para a resolução sempre está escondida na própria questão e somente com uma boa interpretação ela pode ser decifrada”, assegurou Fabrício.
“Não sou superdotado. Todos os resultados que obtive são fruto da determinação e de muito esforço”. Piauiense Pedro de Oliveira Santos foi aprovado em 1º lugar para juiz federal. Magistrado dá dicas de como conseguir uma aprovação em concurso público.
A fala é do piauiense Pedro Felipe de Oliveira Santos, que aos 25 anos se tornou o mais jovem juiz federal do país. Segundo ele, o caminho para a conquista de uma das vagas de servidor público, que estão disponíveis, deve ser trilhado com muita dedicação, organização e perseverança.
Foi com essa receita, que Pedro Santos conseguiu ser aprovado para procurador do estado de Alagoas, defensor público do estado do Piauí (em 1º lugar), defensor público do estado de Alagoas, Defensor Público da União (em 1º lugar) e juiz federal (1º lugar). Tudo isso nos últimos cinco anos.
Para o jovem magistrado os concurseiros não devem encarar as provas com medo ou receio. “Desde cedo, comecei a fazer muitas provas. Inscrever-se em concursos públicos e resolver questões é um excelente termômetro para detectar quais os pontos a melhorar e as disciplinas que demandam mais tempo de estudo”, explica.
“Não tenho constrangimento em declarar que para alcançar suadas aprovações, vivenciei tristes reprovações. Hoje não tenho dúvidas do quanto as derrotas me ajudaram a crescer”, ensina.
- Como recebeu a notícia de que foi o primeiro colocado no concurso juiz do Tribunal Regional Federal da 1ª região?
A aprovação em primeiro lugar foi uma grande surpresa! Por outro lado, entendo se tratar de uma circunstância relativamente fortuita, pois a seleção é muito rigorosa de modo que os 54 aprovados, em um universo de 8.374 inscritos, encontram-se igualmente bem preparados.
Já está há quanto tempo em Brasília?
Nasci em 1987, em Teresina. Estudei no Instituto Dom Barreto durante toda a minha vida escolar. Em 2004, transferi-me para Brasília após ter sido aprovado para o curso de Direito na Universidade de Brasília. Graduei-me em 2009. Já exerci os cargos de técnico do Ministério Público Federal, técnico do Tribunal Regional Federal e Defensor Público da União.
O que representa para você ser o mais jovem juiz federal do país?
Tem sido cada vez mais comum a aprovação de pessoas jovens para a magistratura federal. Parte considerável dos meus futuros colegas encontra-se em uma faixa etária abaixo dos 30 anos. Trata-se de um desafio adicional alcançar tamanha responsabilidade ainda jovem. Chego à magistratura trazendo, humildemente, as minhas experiências de mundo (profissionais e pessoais), além de muita disposição para a realização de um trabalho sério e transformador, na certeza de que esta longa missão proporcionará, do começo ao fim, as experiências necessárias para um permanente aprendizado.
Acompanha o mundo jurídico do nosso Estado?
Embora não resida no Piauí desde 2004, retorno ao meu querido Estado várias vezes ao ano, para visitar a família. O vínculo sentimental permanece. Diariamente, acesso os portais locais e acompanho as notícias, inclusive da seara jurídica.
Vai exercer o cargo de juiz? Vai continuar tentando concursos?
Em termos de concursos públicos, não tenho qualquer outra ambição. Os estudos permanecem, em um ritmo mais leve, agora com o intuito de atualização e de preparação para as atividades do cargo. Um bom profissional, em qualquer área, nunca pode deixar de estudar, devendo sempre estar atento às inovações acadêmicas e aos novos problemas que exigem a nossa reflexão.
Qual era sua rotina de estudo?
A aprovação em qualquer concurso público consiste em projeto de longo prazo, desde o momento inicial da preparação até a realização das provas. Para o concurso da magistratura, assim como a maioria dos candidatos, tive que conciliar trabalho e estudo, o que não foi nada fácil. Mantinha uma rotina média de 7 horas diárias de estudos. Tentava gozar as minhas férias nas datas próximas às provas, período em que intensificava as leituras, alcançando jornadas de até 14 horas.
“É preciso ousar e abandonar a zona de conforto" Pedro Santos
Minha metodologia para a prova objetiva sempre privilegiou a prática de exercícios e a análise de provas de certames anteriores, combinadas com estudos de doutrina e de jurisprudência. Somente a prática exaustiva consolida em nossa mente o conhecimento obtido nas leituras. Diariamente, destinava boa parte do meu tempo de estudos para responder questões. Posteriormente, conferia as respostas e analisava, item por item, os meus erros e acertos, elencando pontos de conteúdo que exigiam maior aprofundamento.
Para a fase subjetiva, com questões de análise e sentenças, realizei um estudo específico da banca examinadora, detectando seus posicionamentos e temas de maior predileção. Para a prova oral, aprofundei a revisão dos temas do edital e realizei várias simulações com outros colegas candidatos. Essa última etapa é bastante especial, pois o nosso estudo, tradicionalmente, baseia-se em leituras, e não em exposições orais.
Qual ensinamento você pode passar para os concurseiros que seja fruto da sua experiência pessoal?
Não me recordo de quantos concursos participei ao todo. E parte justamente dessa constatação a melhor contribuição que posso oferecer aos concurseiros: não há momento ideal para começar a se inscrever. Percebo que muitos colegas sempre falam: ‘Pretendo fazer concursos. Inicialmente, estudarei todos os editais por um prazo de tantos meses. Posteriormente, quando me sentir preparado, começarei a fazer as provas’.
Por óbvio, cada pessoa encontrará o seu método ideal. Entretanto, se questionado o motivo pelo qual logrei tantas aprovações em um curto espaço de tempo, eu não titubearia: desde cedo comecei a fazer muitas provas. Inscrever-se em concursos públicos e resolver as questões é um excelente termômetro para detectar quais os pontos a melhorar e as disciplinas que demandam mais tempo de estudo. Além disso, perde-se paulatinamente o ‘medo’ de fazer provas, o que deixará o candidato mais tranquilo no tão esperado dia do teste.
Qual a dica para aquelas pessoas que está há muito tempo estudando, mas ainda não consegui uma aprovação?
É preciso ousar e abandonar a zona de conforto. O candidato jamais se sentirá integralmente preparado. O conteúdo é vasto. Estuda-se direito constitucional, esquecem-se alguns detalhes do direito administrativo; volta-se para administrativo e esquecem-se outros temas essenciais de Penal, e assim por diante. Nunca me senti 100% em nenhuma prova.
Não tenho dúvidas de que isso seria humanamente impossível. Reitero: a meta do concurseiro não é gabaritar a prova, mas simplesmente alcançar um conhecimento geral das disciplinas e obter uma boa soma de pontos, que garanta a aprovação. Não devemos ter medo de ‘dar a cara a tapa’. É preciso perder o receio da reprovação, de ser zoado pelos colegas, de decepcionar os familiares ou a si.
Como lidar com as derrotas?
Não tenho constrangimento em declarar que, para alcançar suadas aprovações, vivenciei tristes reprovações. Hoje não tenho dúvidas do quanto as derrotas me ajudaram a crescer. Não apenas por terem tornado mais saborosa a vitória, mas porque me auxiliaram a obter diagnósticos precisos dos rumos que eu deveria dar aos meus estudos. Do ponto de vista emocional, cada reprovação demanda uma virada de página e a obtenção de forças para seguir adiante. Desistir, nunca! É preciso aprender a analisar fria e objetivamente cada derrota, detectando os erros, os conteúdos que demandam mais atenção e as necessárias mudanças de enfoque.
Quem lhe incentivou a fazer concurso público? E por que esta pessoa foi tão importante neste processo?
A família tem uma função primordial nesse processo de estudos. Meus pais e minha família foram inspiração e exemplo constante de determinação, de disciplina e de renúncia. Muito além disso, ofereceram o estímulo e a força para que eu tomasse decisões valiosas e seguisse adiante. Acreditaram em meu êxito, mesmo nos momentos mais difíceis. Doaram-se por inteiro e, por vezes, adiaram os seus próprios sonhos para que eu pudesse realizar os meus. Sem eles, não teria obtido nenhuma vitória.
Como foi sua vida acadêmica no ensino fundamental, médio e superior? Foi uma criança ou adolescente superdotado?
Por um grande esforço dos meus pais, estudei no Instituto Dom Barreto, em Teresina, no Piauí. Trata-se de uma das melhores escolas do país, conforme atesta anualmente o ranking das instituições com maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nos 15 anos em que lá estive, recebi uma formação interdisciplinar fantástica. Além das disciplinas comuns, tive aulas de xadrez, latim, empreendedorismo, filosofia e sociologia. Mais do que ensinamentos curriculares, o grande trunfo da instituição é o estímulo permanente à leitura e à formação de cidadãos pensantes e autônomos.
Posteriormente, cursei direito na Universidade de Brasília (UnB),cujo currículo também tem enfoques interdisciplinar e filosófico muito fortes. Esses aspectos foram fundamentais para a formação de minhas bases profissional e pessoal, inclusive sob um viés humanista.
Não sou superdotado. Sempre procurei ser muito disciplinado nos estudos. Todos os resultados que obtive são fruto da determinação e de muito esforço.
DISCURSO DE POSSE – Oratória perfeita e belíssima mensagem
Que recado deixa para os jovens advogados que querem tentar a carreira de juiz via concursos?
Tenho recebido inúmeros e-mails e mensagens no Facebook, com depoimentos de pessoas que não conheço, que se dizem estimuladas em continuar estudando para concursos públicos, uma vez que inspiradas com a minha aprovação. Não há nada mais gratificante do que responder cada uma dessas mensagens e ler histórias variadas de luta, de superação de obstáculos e de alcance de sonhos. Reproduzo aqui o mesmo sentimento que transmito a essas pessoas: não há vitória sem luta. A aprovação em qualquer concurso público demanda muita dedicação, disciplina, estudo e pés no chão.
Não há milagres ou segredos. A minha admiração pelo povo piauiense parte justamente da constatação de que não nos deixamos abater pelas dificuldades. Temos gana de vencer, sempre com muita humildade e determinação. Hoje olho para os meus colegas de infância e fico extremamente feliz ao ver todos obtendo considerável êxito profissional, em suas respectivas áreas. Orgulho-me de integrar mais uma geração piauiense que sonha, batalha e estuda.
Deixo também um recado aos pais piauienses: o maior presente de vida que recebi dos meus pais foi um esforço enorme para que eu tivesse uma educação (escolar e familiar) de qualidade. Vi inúmeros sonhos pessoais deles serem adiados em prol desse propósito e o maior agradecimento que pude realizar foi me apegar a essa oportunidade de crescimento. Não tenho dúvidas de que o acesso a um ensino de boa qualidade, durante os anos de educação básica, consistiu em elemento necessário para o alcance das minhas vitórias posteriores.
Houve uma recente auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) recomendando a realização de concurso no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a gerar efeitos positivos em relação à autorização do Ministério do Planejamento. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), Alexandre Lisboa, após reunião com a presidência da autarquia, ficou claro o aumento da preocupação da pasta com a situação do instituto, principalmente pelo fato de o maior órgão de fiscalização do país ter interferido na situação. Por isso, inclusive, as partes vêm se reunindo constantemente, para desfazer os entraves e acelerar o processo.
A demora inicial está associada ao período eleitoral, mas a expectativa é que a seleção seja autorizada ainda este ano. A autarquia tem mapeada toda a sua carência, e já enviou essa necessidade, documentada, ao Planejamento, justificando o motivo da solicitação e a pressa em recompor o quadro. A carência chega ao impressionante número de 5.054 servidores, no período entre 2010 e abril de 2013, sendo 3.253 somente na carreira de técnico do seguro social. Além disso, há mais de 10 mil servidores podendo pleitear a aposentadoria. A solicitação de 4.730 vagas está em análise no Departamento de Modelos Organizacionais e Força de Trabalho dos Setores Social e de Desenvolvimento Econômico Produtivo (Desep/Segep), do Ministério do Planejamento.
Das vagas solicitadas, 2 mil são de técnico do seguro social, 1.150 de perito médico e 1.580 de analista do seguro social. O cargo de técnico exige o nível médio e tem remuneração de R$4.400,87, incluindo auxílio-alimentação de R$373 e a gratificação de atividade executiva e de desempenho de atividades do seguro social. A função de perito médico, por sua vez, requer graduação em Medicina e inscrição no conselho regional da categoria. O rendimento é de R$10.056,80, incluindo a gratificação de desempenho de atividade de perícia médica previdenciária. Já para concorrer às vagas de analista, cargo que proporciona rendimento de R$7.147,12, incluindo o auxílio-alimentação, será necessário curso superior específico, cujas áreas contempladas ainda não foram informadas.
A redação representa uma grande parte da nota do Enem, portanto é essencial que você consiga escrever um bom texto para garantir a sua vaga na universidade dos sonhos. Você está preocupado com a qualidade da sua escrita? Siga as seguintes dicas e garanta um bom desempenho:
1 – Não repita palavras
Textos com palavras que se repetem são cansativos e, geralmente, pouco criativos. Quando você perceber que está usando muito uma palavra específica, pense em sinônimos para ela e a substitua. Sua redação ficará mais fluida.
2 – Mudou de assunto? Mude de parágrafo
Suponha que você está fazendo uma redação cujo tema é educação e deseja abordar o ensino infantil e o superior. Cada uma tem as suas características, portanto é essencial que você separe os dois temas em parágrafos diferentes. Isso fará com que o seu texto fique mais claro e conciso.
3 – Cuidado com os sinais de pontuação
Uma boa redação não é construída só com palavras, mas também com sinais de pontuação, como os pontos finais e vírgulas. É fundamental que você saiba usá-los nas horas certas, porque é isso que fará com que o seu texto fique organizado e faça sentido ao avaliador.
A nova trilha foi criada para reconhecer a importância do ciclo da borracha.O ciclo trouxe ao Piauí trabalhadores de várias regiões do Nordeste.
O Parque Nacional Serra da Capivara, a 525 Km de Teresina, ganhou neste sábado (30) um novo circuito turístico denominado de "Caminho dos Maniçobeiros". O parque é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco e apontado pelo Guia Quatro Rodas como uma das reservas ambientais com melhor infraestrutura para visitação pública no Brasil.
A nova trilha, criada através de uma parceria entre a Fundação Museu do Homem Americano e a Petrobras foi criada para homenagear e reconhecer a importância cultural, econômica e histórica do ciclo da extração da borracha da maniçoba - árvore típica das Caatingas. Além disso, a nova trilha pretende incrementar o turismo no parque nacional que é conhecido no mundo inteiro por suas pinturas rupestres e descobertas arqueológicas.
A extração da borracha da maniçoba no Piauí, em especial na região sudeste do estado, teve o seu auge durante o início das décadas de 1900 e 1940, impulsionado principalmente pelo desenvolvimento das indústrias automobilística, elétrica e militar.
O ciclo trouxe ao Piauí trabalhadores de variadas regiões do Nordeste, em especial dos estados de Pernambuco, Alagoas, Ceará e Bahia. Em alguns casos, esses trabalhadores terminaram ocupando os mesmos lugares que os grupos pré-históricos viveram e deixaram gravados nas rochas suas pinturas rupestres na Serra da Capivara, fazendo suas moradias nos antigos abrigos de pedra.
Naquela época, a coleta do produto nos sertões do Piauí e no Nordeste em geral, só perdia em importância para a extração do látex da seringueira na Amazônia e quase toda a produção era exportada para Inglaterra, França e Estados Unidos. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando os japoneses dominaram a exploração da borracha nas florestas da Ásia e da Oceania, o extrativismo no Brasil ganhou força e revolucionou a economia dessas regiões.
Segundo os administradores do Parque, com a nova trilha espera-se implementar o novo circuito turístico na Serra da Capivara e resgatar parte dessa história contribuindo para que a população tenha acesso aos antigos locais de coleta da borracha, viabilizando aos descendentes desse grupo social e aos visitantes interessados o direito à cultura e à memória de uma época de extrema importância para o país.
O projeto de implementação da trilha foi totalmente financiado pela Petrobras e desenvolvido pela arquiteta Elizabete Buco, baseado nas pesquisas da historiadora Ana Stela de Negreiros. A iniciativa conta também com o lançamento de um livro e folder específico sobre o tema além de programas de educação ambiental e visitas monitoradas com estudantes da microrregião de São Raimundo Nonato.