domingo, 9 de setembro de 2012

Como as cotas podem cair no vestibular


No dia 29 de agosto, a presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto da Lei das Cotas, aprovado pelo Senado no início do mês. Segundo a nova Lei, 50% das vagas das universidades federais serão destinados a alunos que estudaram na rede pública de ensino. A seleção será feita via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a lei deve começar a ser aplicada nos vestibulares ainda no fim deste ano.


Metade dessas cotas, ou 25% do total de vagas, será destinada aos estudantes negros, pardos ou indígenas de acordo com a proporção dessas populações em cada estado (tendo como base as estatísticas mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE). Esses alunos também deverão ter feito escola pública. A outra metade das cotas será destinada a quem tenha feito todo o Ensino Médio em escolas públicas e cujas famílias tenham renda per capita até 1,5 salário mínimo.

Segundo a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, a Lei de Cotas deverá ampliar de 8,7 mil para 56 mil o número de estudantes negros que ingressam anualmente nas universidades públicas federais.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, explicou em uma entrevista coletiva que o ministério realizou um estudo com base no desempenho dos estudantes concluintes das redes pública e privada no Enem, a fim de verificar as condições dos possíveis ingressantes provenientes da rede pública nas universidades. “Quando selecionamos dentro da rede pública os 150 mil melhores alunos, que correspondem ao total das cotas que teremos que implantar nos próximos quatro anos, a média é superior à do setor privado e a nota máxima é parecida”, afirmou ele.

O estudo mostrou que os 150 mil concluintes da rede pública com melhor desempenho no Enem de 2011 tiveram uma média geral de 582,2 pontos. O total de 891.070 estudantes de escolas públicas alcançou uma média geral de 474,2 pontos. A média total dos 1.137.813 estudantes concluintes que fizeram a prova foi de 494,8 pontos. Quando se consideram apenas os 246.743 alunos da rede privada, a média sobe para 569,2 pontos.

Pode cair no vestibular?

Segundo o professor e diretor pedagógico do Cursinho Oficina do Estudante, Célio Tasinafo, é bom ficar atento porque esse tema pode cair no vestibular, sim.  “Isso já foi explorado outras vezes, então talvez não peçam uma redação a respeito. Mas pode ser cobrado em questões na área de humanas que abordem as origens do sistema de cotas e da segregação racial, por exemplo”, acredita.

“É importante pensar na origem do sistema de cotas, que começou nos Estados Unidos dos anos 60 como uma questão social e étnica para vencer um segregacionismo físico, mesmo. No Brasil, as cotas fazem parte de uma questão social e econômica”, afirma Célio.

O fim da escravidão no país, em 1865, não significou o fim dos preconceitos racistas dos brancos com relação aos negros, especialmente no Sul. Para se ter uma ideia, foram desenvolvida escolas e estabelecimentos só para brancos e outras apenas para negros.

Essa segregação foi confirmada com leis como as de Jim Crow, em vigor nos estados sulistas entre 1876 e 1965. Elas exigiam, entre outras coisas, que as escolas públicas e a maioria dos locais públicos (incluindo trens e ônibus) tivessem instalações separadas para brancos e negros. Antes delas, houve ainda os Black Codes (1800-1866), que restringiam as liberdades e direitos civis dos afro-americanos.

Nos anos 50 e 60, porém, os movimentos negros em defesa dos direitos civis ganharam força nos EUA. A segregação escolar patrocinada pelo estado foi declarada inconstitucional pela Suprema Corte em 1954 e as outras leis de Jim Crow foram revogadas pela Lei dos Direitos Civis de 1964. A lei teve sua proposta iniciada pelo então presidente John F. Kennedy em 1963. Em um pronunciamento, ele pedia que fosse criada uma legislação capaz de “dar a todos os americanos o direito de serem servidos em todas as instalações abertas ao público – como hotéis, restaurantes, teatros, lojas e estabelecimentos similares”.  Foi nesse contexto em que foram criadas, também, em meados dos anos 60, as cotas universitárias no ensino superior aos cidadãos americanos negros.


Origens da desigualdade no Brasil




Com base em dados do Censo 2010, veja um retrato do país dividido em temas como política, esporte, saúde e educação. Você pode visualizar o conteúdo em infográficos animados ou em um arquivo para impressão http://migre.me/9vnxQ


A origem da desigualdade no Brasil, é importante saber, também remonta ao período colonial. Calcula-se que 4 milhões de africanos tenham sido capturados e trazidos à força da África para virarem  escravos no Brasil entre os séculos 16 e 19.

As pressões para o fim do tráfico começaram no século 19 e vinham tanto de fora quanto de dentro do país. Em 1850, a Lei Eusébio de Queiroz proibiu o tráfico e, em 1871, foi assinada a Lei do Ventre Livre, que dava liberdade para os filhos dos escravos nascidos no Brasil. A Lei Áurea, que aboliu a escravidão, só foi sancionada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888 – mas não veio acompanhada de qualquer medida para ajudar a vida dos recém-libertos.

Em abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a reserva de vagas para negros em universidades públicas defendendo que essa era uma forma de compensar a desigualdade social. O ministro do STF disse, na ocasião: “A opressão racial dos anos da sociedade escravocrata deixou cicatrizes que se refletem no campo da escolaridade”.

Segundo o professor Célio Tasinafo, é bom conhecer o perfil demográfico do Brasil e suas características socioeconômicas para entender a questão. Em 1890, a população negra representava 56% das pessoas que viviam no Brasil, segundo o Censo da época. Hoje, de acordo com o Censo 2010 do IBGE, o total de entrevistados que se autodeclararam negros subiu para quase 51%.

Mas o país ainda apresenta forte desigualdade em aspectos educacionais, sociais, de emprego e renda ligados a essa questão racial. Ainda de acordo com o IBGE:
- a taxa de analfabetismo em 2009 era de 5,9% para brancos, mas superior a 13% para os autodeclarados pretos e pardos. A média de anos de estudo era de 8,4 anos para brancos e 6,7 para negros;

- os negros têm mais dificuldade de ingressar e se manter no mercado de trabalho formal. Além disso, ganham salários em média 40% mais baixos que os brancos para cada hora de trabalho;
- em 2009, os brancos representavam 83% do 1% da população mais rica e os negros representavam apenas 16%. Por outro lado, eles são três quartos dos 10% mais pobres.

Para tentar compensar as desigualdades, os governos podem adotar políticas de ações afirmativas, que podem incluir cotas, bônus ou fundos para garantir emprego ou educação a membros de grupos discriminados, políticas de valorização social, distribuir terras e habitação etc.


No Brasil, além das cotas em universidades públicas, também há o Programa Universidade para Todos (ProUni), ação do governo federal que dá bolsas de estudo a estudantes de baixa renda em faculdades particulares.

Essas ações têm opositores. Para o DEM e a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), o programa de cotas cria discriminação entre os cidadãos, ofendendo o princípio constitucional de isonomia, que é a igualdade perante a lei. No julgamento do tribunal, não se afeta o princípio da isonomia porque, ao interromper o ciclo de exclusão e permitir que grupos sociais em desvantagem tenham acesso à educação, atende-se a outro direito básico da Constituição.

Raça: conceito ultrapassado

Por fim, o professor também lembra que é importante o aluno ter em mente que o conceito de raças é ultrapassado e saber contextualizar a origem desse pensamento racista, que é algo do século 19 ligado ao imperialismo colonialista.

A Igreja Católica e a Coroa portuguesa justificavam a escravidão do negro com o argumento de que os negros seriam seres inferiores aos brancos, menos inteligentes, com mais instabilidade emocional e nascidos para servir. Essas ideias preconceituosas ganharam aura de verdade científica no século 19, com as teorias que baseavam a discriminação racial em diferenças anatômicas.

O racismo científico foi disseminado no Brasil pelo francês Arthur de Gobineau, autor de “Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas” (1855), seu livro mais célebre e um dos primeiros trabalhos sobre eugenia e racismo publicados no século XIX. Amigo próximo de dom Pedro I, ele acreditava que a mistura de raças (miscigenação) levaria a raça humana a graus sempre maiores de degenerescência física e intelectual.

Mais de um século após a abolição, a biologia comprovou que o conceito de raça não se aplica à espécie humana e vários estudos indicam que as diferenças genéticas entre um negro africano e um loiro escandinavo podem ser menores que entre dois irmãos da mesma cor. Mas a desigualdade social persiste.


Guia do Estudante

sábado, 8 de setembro de 2012

Univasf debate com a Chesf propostas para desenvolvimento de projetos em P&D






Professores da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) participaram ontem (4) de reunião técnica com representante da Companhia Hidroelétrica do Vale do São Francisco (Chesf), engenheiro Helder Rocha Falcão acompanhado do Chefe de Gabinete Carlos Aguiar. O evento realizado em Petrolina (PE) objetivou debater propostas de pesquisas elaboradas pelos docentes e encaminhadas à Chesf pela universidade, e também à apresentação dos temas de interesse da Companhia para projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e para Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D + I), contemplados em editais de chamadas públicas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e outras fontes de fomento que possam vir a ser executados em parceria com a Chesf. 

Participaram da reunião, professores vinculados aos três Grupos de Trabalho (GTs), constituídos em dois eixos: Engenharia e Socioambiental. A Univasf encaminhou 30 projetos, entre os quais, 23 de Engenharia, seis de Meio Ambiente e um da área de Ciências Humanas. De acordo com Helder Falcão, inicialmente, foram avaliadas propostas que poderão ser validadas pela Chesf com base nos critérios da Carteira P&D Aneel para submissão às próximas seleções públicas que deverão ser lançadas até o final de 2012. “O nosso intuito é difundir e disseminar a cooperação, a gente não quer a concentração de instituições de pesquisa, a gente quer expandir e procurar as áreas de expertise que cada instituição tem. Quando recebemos o convite da Univasf, achamos excelente porque também é interesse nosso, uma vez que a nossa proposta é disseminar e ampliar parcerias.”, enfatizou. 

Os temas destacados pela Chesf como áreas de interesse envolvem pesquisas de fontes alternativas para geração de energia ‘limpa’ que ainda não estejam na matriz comercial, e estudos voltados a questões ambientais que também deverão ser contemplados em futuros editais, aos quais as propostas apresentadas pela Univasf poderão ser submetidas, segundo informou Helder Falcão. Nesses segmentos se incluem projetos já identificados como temas de interesse da Chesf e outros estudos que poderão ser demandados para tecnologias específicas que visem a geração de energia com biogás e energia solar. Helder citou o projeto Central Fotovoltaica da Plataforma Solar de Petrolina, aprovado no ano passado, em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade de Pernambuco (UPE), Centro de Pesquisa em Energia Elétrica (Cepel) e a Fundação para Inovações Tecnológicas (FITec ).

“O que a gente vê que é muito importante para a região é o laboratório que vem junto com a plataforma, viabilizando a recepção de pesquisadores para que possam trabalhar na plataforma sediada aqui em Petrolina. A gente está colocando, primeiramente, uma estação de 3 MW que é fotovoltaica e mais uma heliotérmica de 1 MW, mas isso é apenas o início de um projeto que a gente entende e espera que seja um centro de referência do Nordeste de estudos fotovoltaicos e que a Univasf estando aqui, também possa colaborar”, ressaltou Helder Falcão. Outros possíveis temas de interesse apresentados durante a reunião, convergem para setores de automação de instalações e monitoramento remoto, projetos ambientais; tratamento de dados e de Inovação incremental. Segundo a Chesf, a capacidade de investimento anual em P&D é de R$ 22 milhões. Outras áreas que podem ser fomentadas, envolvem pesquisas que visam o desenvolvimento de tecnologias para nacionalização de equipamentos para o setor energético.

Para o reitor da Univasf, Julianeli Tolentino de Lima, a prospecção de projetos de pesquisa junto à Chesf evidencia a política que a Universidade está desenvolvendo com apoio de outras instituições. “A Univasf assumiu o compromisso de promover desenvolvimento de forma conjunta e buscar apoio de instituições para que juntos possamos vencer os grandes desafios que temos no semiárido. Vamos unir forças para que essa parceria com a Chesf ultrapasse as fronteiras de Paulo Afonso, através do apoio aos nossos pesquisadores nas mais diversas áreas do conhecimento. É esse entendimento que motivou a elaboração dos projetos que foram apresentados à Chesf e que esperamos lograrmos êxito nas seleções que, sem dúvida, iremos participar. O nosso projeto maior é darmos a nossa contribuição à região, ao setor energético e ao meio ambiente, visando ainda à construção e a consolidação de uma base científica local”, disse.

As propostas encaminhadas pela Univasf à Chesf integram projeto da Reitoria com participação de colegiados acadêmicos, pró-reitorias e demais setores. Atualmente a Univasf e a Chesf são parceiras para implantação do curso de Medicina na cidade de Paulo Afonso (BA), que se aprovado pelo Conselho Universitário (Conuni) vai ofertar mais 40 vagas na graduação. A implantação do campus e as ações junto à Chesf estão sendo conduzidas pelo professor Marcelo de Souza Ribeiro. De acordo com ele, a Univasf já deverá iniciar os trabalhos para a estruturação de uma agenda que atenda o cronograma estabelecido pela Chesf para submissão dos projetos de pesquisa pré-aprovados neste primeiro lote. 


Univasf










sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Conservação internacional lança livro de André Pessoa



Depois de quase duas décadas documentando a natureza da Caatinga – o homem, seus problemas ambientais e toda a riqueza natural desse ambiente -, o fotógrafo André Pessoa é o autor das imagens do Bioma Caatinga no livro 'Biomas Brasileiros', lançado pela Conservação Internacional, na última quarta-feira no Rio de Janeiro.

No momento em que sustentabilidade e preservação são temas fundamentais para o crescimento do país, a obra apresenta um panorama completo, inédito e atual dos biomas nacionais. Uma contemplação da nossa riqueza natural, que vira ponto de partida para a compreensão da importância global dos nossos ecossistemas, todos tão singulares: Mata Atlântica, Amazônia, Pantanal, Caatinga, Cerrado, Pampas e o Bioma Marinho.


Fartamente ilustrado – com a colaboração de grandes fotógrafos brasileiros e estrangeiros, entre eles o piauiense de coração, André Pessoa –, Biomas brasileiros – retratos de um país plural traz textos de grandes especialistas em ecologia, ciências naturais, preservação e economia, apresentando-se em duas versões bilíngues: português-inglês e português-espanhol. Um presente para estudantes, pesquisadores e gente apaixonada por tanta brasilidade.

“O livro descreve o pano de fundo da construção de um novo e duradouro modelo de vida no planeta para o terceiro milênio. Um modelo em que o bem-estar humano e a conservação da natureza andem lado a lado e dependam um do outro, e no qual exista uma civilização com práticas sustentáveis inclusivas e, principalmente, alegre, criativa, próspera e respeitosa”, afirma Fabio Scarano, um dos organizadores do livro e vice-presidente sênior da Conservação Internacional.

A obra apresenta os biomas brasileiros tendo como proposta um processo de redescobrimento do Brasil, ou seja, a partir de sua sequência de ocupação. Assim, o primeiro bioma apresentado é a Mata Atlântica, por onde chegaram os portugueses, seguido da Caatinga, que começou a ser habitada pelos sertanejos, passando para o Cerrado, Amazônia, Pantanal, Campos do Sul (ou Pampas). Ao final, o livro apresenta o bioma Marinho/Costeiro, a nova frente de crescimento do Brasil.

Em conjunto, os biomas brasileiros abrigam cerca de 20% das espécies do planeta, protegem 12% da água doce do mundo e contribuem significativamente para a estocagem de carbono e, com isto, para a estabilidade do clima. Adicionalmente, a riqueza do solo e a amenidade climática permitem ao Brasil ser um dos maiores produtores mundiais de alimento, assim como uma das maiores reservas de minérios, petróleo e gás. Por outro lado, essa fantástica riqueza natural está ameaçada.

Além de mostrar estas ameaças, Biomas brasileiros – retratos de um país plural apresenta os exemplos bem-sucedidos de harmonia homem-natureza, de produção efetivamente sustentável, de sustentabilidade e responsabilidade no consumo, de mercados que valorizam o custo dos serviços prestados pela natureza, de financiamentos verdes e de instituições com princípios e práticas baseados, de forma equânime, no tripé social-econômico-ambiental.

Fotógrafo é o autor das imagens sobre a Caatinga.








Portal SRN


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Inscrições para professores do Pronatec são prorrogadas




O Instituto Federal do Piauí prorrogou, até quarta-feira (12), o período de inscrições para a seleção de professores do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Os interessados devem procurar a Coordenação de Extensão do Campus para o qual desejem concorrer, nos horários e turnos de funcionamento da unidade.

Com a prorrogação, a divulgação do resultado da Análise dos Currículos também foi alterada, passando para o dia 18 de setembro. Ficam modificados, ainda, o quadro de vagas nos Campi São Raimundo Nonato e Picos.

Veja as alterações no edital.

Regional Federal 4ª Região; 5 vagas





Candidato deve ser bacharel em direito há no mínimo 3 anos e ter, na ocasião da inscrição definitiva

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Rio Grande do Sul) abriu concurso público para 5 vagas de juiz federal substituto. A remuneração é de R$ 21.766,16. Há a garantia de, a cada 19 vagas preenchidas por candidatos da lista geral de aprovados, a reserva de 1 vaga para candidato portador de deficiência. 

O candidato deverá preencher o formulário de Requerimento de Inscrição Preliminar, disponível no endereço eletrônico www.trf4.jus.br/concursojfs, a partir das 13h do dia 17 de setembro até as 18h do dia 16 de outubro. A taxa é de R$ 160.
O candidato deve ser bacharel em direito há no mínimo 3 anos e ter, na ocasião da inscrição definitiva, 3 anos de exercício de atividade jurídica após a obtenção do grau de bacharel. 

A previsão de datas para a realização das provas é a seguinte: prova objetiva seletiva no dia 2 de dezembro, às 8h; prova discursiva no dia 12 de abril de 2013, às 8h; prova de prática de sentença civil no dia 13 de abril de 2013, às 8h; prova de prática de sentença penal, no dia 14 de abril de 2013, às 8h. A data da prova oral será divulgada oportunamente.

A prova objetiva seletiva será realizada nas capitais dos estados da região Sul, nos seguintes endereços: Porto Alegre (RS): Faculdade Porto-Alegrense - Fapa - Avenida Manoel Elias, 2001, bairro Morro Santana; Curitiba (PR): Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUC/PR, Bloco 5 - Escola de Direito e Escola de Comunicação e Artes - Rua Imaculada Conceição, 1155 - bairro Prado Velho; Florianópolis (SC): Instituto Estadual de Educação - IEE - Avenida Mauro Ramos, 275 - Centro.

As provas escritas serão realizadas em locais a serem divulgados por ocasião da publicação de edital com a relação dos candidatos aprovados e classificados na prova objetiva seletiva.

A prova oral será realizada exclusivamente em Porto Alegre, no prédio-sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. 


Portal da Justiça Federal

6 dicas para memorizar fórmulas de Física





Está meio perdido com as fórmulas de Física? Alguns truques, como o de criar frases com as fórmulas para ajudar na hora de decorar, não substituem o estudo da teoria e dos exercícios, mas podem ser uma mão na roda na hora do “branco”.

Pressão
Fórmula: P.v = n.R.t
Uso: Fórmula para medir a pressão de gases e liquídos
Macete: Por Você = nunca Rezei tanto

Espaço no M.R.U.
Fórmula: V² = Vo²+2aΔs
Uso: Fórmula para medir o tempo, espaço e velocidade no M.R.U.
Macete: Vovô tem duas asas

Fórmula: S = So + VT
Uso: Fórmula para calcular o espaço final de um objeto em M.R.U.
Macete: Só Sorvete

Velocidade
Fórmula: V = Vo + A.T
Uso: Fórmula para medir a velocidade final, inicial, tempo de deslocamento ou atrito de um corpo.
Macete: Vermes voadores atacam a terra

Ondas
Fórmula: V = λ.f
Uso: Fórmula para medir a velocidade das ondas
Macete: Vamos Lamber Ferida

Força
Fórmula: F = m.a
Uso: Fórmula para calcular forças em newton
Macete: Força, meu amor


Fonte: Guia do Estudante

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Artigo analisa oportunidades e desafios para Copa do Mundo





Um artigo da professora do Campus São Raimundo Nonato, Stella Carvalho, em parceria com Eveline Porto (IFCE), discute e analisa as oportunidades e desafios para a Copa do Mundo 2014. O documento foi apresentado, nos dias 30 de agosto e 1º de setembro, no IX Seminário da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo – ANPTUR.

O evento reuniu a comunidade científica da área para análise e discussão das questões relacionadas ao turismo e ao patrimônio, buscando que o aprofundamento, crescimento e consolidação acadêmica do campo do Turismo, Hospitalidade, Lazer e área afins.

Na mesma semana, Stella Carvalho publicou outro artigo científico na Revista Turismo em Análise, com o título: Acessibilidade do Turismo no Parque Nacional Serra da Capivara – PI. 



Ifpi



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